Você sabe o que é memória operacional?

Memória operacional é a responsável por organizar as informações em nossa mente, sejam elas provenientes de fatos recentes ou já armazenados há algum tempo.

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Confira no hotsite situações em que a memória operacional é muito importante e como ela funciona: http://goo.gl/tNIdri

Tem dificuldade em algumas dessas situações? Se sim, talvez haja algum déficit em sua memória operacional.

Exercícios cognitivos ajudam a melhorar seu foco e organizar seus pensamentos. Conheça o Cogmed e saiba como praticá-los. Acesse: www.facebook.com/cogmedbrasil

5 motivos para estar nas redes sociais

Qual a importância das redes sociais na divulgação do seu trabalho ou do seu negócios. Confira.

 

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Quem não usa redes sociais hoje em dia para se comunicar com a família, amigos, pessoas ligadas a área de interesse? Se todos estão nas redes sociais, porque não usar elas a favor da comunicação do seu negócio? As plataformas são um bom canal de relacionamento com seus clientes e até mesmo com seus futuros clientes, por que não?

Confira 5 motivos para estar presente nas redes sociais:

1 – Todos os seus concorrentes estão ou estarão nas redes sociais. Seja para divulgar produtos como para compartilhar conteúdos relevantes.

2 – Seus clientes querem saber o que você está fazendo e as novidades que você tem para contar. Estreitar o relacionamento é muito bom para o seu negócio.

3 – As redes sociais ajudam a estar sempre presente na vida de seus clientes, mesmo que ele não esteja com intenção de compra no momento, você não sai do radar dele e é sempre lembrado.

4 – Você pode usar as redes sociais como termômetro de como o seu público alvo enxerga o serviço ou produto que você oferece, podendo mudar sua estratégia ou crescer com os feedbacks.

5 – Muitos clientes preferem se comunicar com empresas e profissionais pelas redes sociais, a ligar ou enviar e-mail, pois é um canal mais informal e o retorno precisa ser mais rápido. O retorno de dúvidas por ser mais ágil, faz com que ele se sinta importante!

Lembre-se: conteúdo relacionado a área de interesse do seu cliente, cativa mais do que só propagadas.

 

Curso Zulliger em Maceió

A Fatorial – revenda da Pearson em Maceió está com inscrições abertas para o curso do teste de personalidade Zulliger (ZSC) – forma individual. As inscrições vão até 31/10/2014 ou até as vagas esgotarem.

Programação:

1 – Breve histórico/ fundamentação teórica.
2 – Aplicação (instruções para aplicação, associação, inquérito).
3 – Codificação/cálculos e interpretação das variáveis.
4 – Exemplo de caso.

Ministrante: Philipe Gomes Vieira

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Chegou a WASI!

Texto: Clarissa Marceli Trentini/ Denise Balem Yates/ Vanessa Stumpf Heck

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É com muita satisfação que anunciamos o lançamento do instrumento Escala Wechsler Abreviada de Inteligência (WASI). Trata-se de um teste de inteligência oriundo da mesma “família” das escalas Wechsler que fornece informaçõessobre os QIs Total, de Execução e Verbal a partir de quatro subtestes em um curto espaço de tempo. É aplicável a crianças de 6 anos a idosos de 89 anos de idade. As vantagens da WASI incluem sua rápida administração (fornece a possibilidade de avaliação do QI Total com apenas dois subtestes) e uma boa correspondência com as versões completas das escalas Wechsler de inteligência, sendo assim boa opção para triagem ou para a avaliação de pacientes que já se submeteram à aplicação de alguma escala (WISC-III, WISC-IV, WAIS-III).

Conforme David Wechsler (Wechsler, 1944) a inteligência consiste na “capacidade conjunta ou global do indivíduo para agir com finalidade, pensar racionalmente e lidar efetivamente com seu meio ambiente” (p.3). De acordo com o autor, a inteligência é parte da personalidade e abrange aspectos como interesse e persistência, para além dos aspectos intelectivos. Trata-se do resultado de habilidades que interagem. Inspirado nesse conceito Wechsler criou sua primeira escala a Wechsler-Bellevue Scale, no ano de 1939 e, na sequência, as demais escalas que possuem seu nome. Após seu falecimento, outros autores deram seguimento aos estudos e outras escalas, entre elas a Wechsler Abbreviated Scale of Intelligence (WASI), que foi publicada no ano de 1999.

A WASI ou Escala Wechsler Abreviada de Inteligência foi desenvolvida nos Estados Unidos a fim de atender à necessidade de uma medida breve e confiável de inteligência em contextos clínicos e de pesquisa. Esta escala é administrada individualmente e foi planejada para uso com indivíduos dos 6 aos 89 anos de idade. A WASI é normatizada e fornece os tradicionais escores de QI Verbal, QI de Execução e QI Total, semelhante à família das escalas Wechsler. Por esse motivo, a escala é também associada à Escala de Inteligência Wechsler para Crianças – Terceira Edição (WISC-III; Wechsler, 1991; Figueiredo, 2002) e à Escala de Inteligência Wechsler para Adultos – Terceira Edição (WAIS-III; Wechsler, 1997; Nascimento, 2005) e fornece tabelas para estimativa de faixas de escore de QI nas escalas WISC-III e WAIS- III. A WASI da adaptação brasileira também fornece tabelas para estimativa de faixas de escorede QI na Escala Wechsler de Inteligência para Crianças – Quarta Edição (WISC-IV; Rueda, Noronha, Sisto, Santos, & Castro, 2012).

Este instrumento é composto por quatro subtestes: Vocabulário, Cubos, Semelhanças e Raciocínio Matricial. Esses subtestes são semelhantes em formato aos equivalentes WISC-III e WAIS-III e são os subtestes com as cargas mais altas em g, ou funcionamento intelectual geral. Eles foram escolhidos em razão de sua forte associação com habilidades cognitivas gerais (Brody, 1992; Kamphaus, 1993; Kaufman, 1990; Sattler, 1988; Wechsler, 1991, 1997) e sua relação com construtos de inteligência, tais como as dicotomias verbal/execução e cristalizada/fluida. A administração dos quatro subtestes é uma rápida forma de estimar o funcionamento cognitivo geral verbal e não verbal do indivíduo em aproximadamente 30 minutos. Quando há grande limitação de tempo, apenas dois subtestes da WASI, Vocabulário e Raciocínio Matricial, são necessários para estimar o funcionamento cognitivo geral em 15 minutos ou menos.

A WASI pode ser utilizada em uma ampla faixa etária (6-89 anos) e em diversos contextos, como clínico e de pesquisa. Além de fornecer escores de QIs Total, Verbal e de Execução, sua composição em quatro subtestes permite avaliar vários aspectos cognitivos, como conhecimento verbal, processamento de informação visual, raciocínio espacial e não verbal, inteligência fluida e cristalizada em diversos contextos. Entre suas principais aplicações estão a estimativa cognitiva na avaliação de problemas de aprendizagem, no contexto psicoeducacional; no diagnóstico diferencial de transtornos neurológicos e psiquiátricos e no planejamento de programas de reabilitação (neuro)cognitiva; em pesquisas, como, por exemplo, no pareamento de amostras. Nesses tipos de utilização, a WASI é especialmente útil para triagem, quando o tempo disponível para aplicação é limitado. Esperamos que a WASI, com suas qualidades de ser um instrumento breve, eficaz e eficiente, possa auxiliar os psicólogos na avaliação da Inteligência em diferentes contextos de aplicação.

Referências:

Brody, N. (1992). Intelligence (2nd ed.). San Diego, CA: Academic Press.

Figueiredo, V. L. M. (2002). WISC-III: Escala de Inteligência Wechsler para Crianças – adaptação brasileira da 3a edição. São Paulo: Casa do Psicólogo.

Kamphaus, R. W. (1993). Clinical assessment of children’s intelligence. Boston, MA: Allyn & Bacon.

Kaufman, A. S. (1990). Assessing adolescent and adult intelligence. Boston, MA: Allyn & Bacon.

Nascimento, E. (2005). WAIS-III: Escala de Inteligência Wechsler para Adultos – manual técnico. São Paulo, SP: Casa do Psicólogo.

Rueda, F. J. M., Noronha, A. P. P., Sisto, F. F., Santos, A. A. A., & Castro, N. R. (2012).

Escala Wechsler de Inteligência para Crianças, quarta edição – WISC-IV. São Paulo: Casa do Psicólogo.

Sattler, J. M. (1988). Assessment of children (3rd ed.). San Diego, CA: Author.

Wechsler, D. (1944). The measurement of adult intelligence. Third edition. Baltimore: The Williams & Wilkins.

Wechsler, D. (1991). Wechsler Intelligence Scale for Children-Third Edition. San Antonio, TX: The Psychological Corporation.

Wechsler, D. (1997). Wechsler Adult Intelligence Scale-Third Edition. San Antonio, TX: The Psychological Corporation.

Você sabe o que é TDAH?

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O TDAH é um transtorno muito comum de não ser tratado adequadamente, pois muitos educadores e pais não conhecem seus sintomas e acaba passando “desapercebido”. Segundo a ABDA, em mais da metade dos casos, o transtorno acompanha a pessoa até a fase adulta, embora com sintomas mais amenos.

Alguns dos sintomas citados pela Associação Brasileira do Déficit de Atenção são a desatenção e a hiperatividade: dificuldade na escola e no relacionamento com outras crianças, pais e professores. Nos adultos, o TDAH é caracterizado por desatenção no cotidiano, no trabalho e problemas de memória.

Para ler a matéria completa, acesse: http://goo.gl/BEpxwI

27 de agosto é Dia do Psicólogo

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Neste 27 de agosto, a Psicologia completa 52 anos de profissão regulamentada no Brasil, através da Lei nº4.119/62.

Hoje é uma data muito importante para a Pearson Clinical – Casa do Psicólogo! É dia de parabenizarmos vocês: profissionais que nos inspiram a continuar trabalhando em produtos e soluções para otimizar e complementar o dia a dia de vocês.

Parabéns, psicólogos!

Lançamento: As Pirâmides Coloridas de Pfister versão para crianças e adolescentes

Lançamos o Pfister Infantil no começo da semana e hoje você confere um texto da autora do teste falando mais sobre o instrumento:

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O teste de Pfister: versão para crianças e adolescentes

Por Anna Elisa de Villemor-Amaral

Dispor de diferentes técnicas de avaliação psicológica é importante na medida em que cada uma, com suas peculiaridades quanto à tarefa e ao tipo de estímulo apresentado, demandam habilidades e produzem reações diferentes nas pessoas. No processo de avaliação psicológica, poder lançar mão de mais de um tipo de técnica permitirá ao psicólogo observar seu cliente de modo diversificado, sob perspectivas que se complementam e enriquecem os resultados da avaliação.

No caso do teste das Pirâmides Coloridas de Pfister (TPC) o estímulo principal é o conjunto de cores, apresentadas de modo nada estruturado – muitos quadrículos coloridos dispersos sobre a mesa – e a tarefa é relativamente fácil, não exigindo habilidades de expressão verbal nem de grafismo. O foco principal da avaliação é a dinâmica emocional da pessoa avaliada, ou seja, a maneira própria de reagir aos estímulos que mobilizam emoções e o controle que se tem sobre a expressão emocional. Portanto, observa-se por meio dos resultados, o nível de maturidade emocional e, até certo ponto, maturidade cognitiva.

O trabalho é simples – consiste em preencher o esquema de uma pirâmide usando os quadrículos coloridos espalhados à sua frente. Nada mais singelo, lúdico e pouco angustiante, quando comparado a técnicas que envolvem tarefas mais ambíguas e complexas.

Tendo sido já há algum tempo publicado os dados normativos mais recentes para uso com adultos, agora se apresentam os estudos e tabelas elaborados visando as idades de 6 à 14 anos. Isso propicia o uso do TPC para essa faixa etária, ampliando a variedade e possiblidade de escolha dos psicólogos que poderão melhor adequar os procedimentos de avaliação conforme as necessidades de cada caso.

Para saber mais ou comprar o seu, acesse: http://www.casadopsicologo.net/pfisterinfantil/

 

Lançamento: Escala de Avaliação da Motivação para Aprender de Alunos do Ensino Fundamental

A Pearson traz mais uma novidade para você! Já está disponível o novo instrumento para o contexto educacional, EMA-EF. Confira o texto das autoras contando mais sobre o teste:

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Por Acácia Angeli dos Santos e Evely Boruchovitch

A motivação para aprender é um tema que vem recebendo atenção crescente de pesquisadores, nos dias de hoje.  É considerada um dos fatores mais relevantes para a promoção da aprendizagem de qualidade, em qualquer etapa da escolarização formal. Com o intuito de suprir a carência de instrumentos para mensurar a motivação para aprender, no Brasil,  o Manual da Escala de Avaliação da Motivação para Aprender de Alunos do Ensino Fundamental (EMA-EF) apresenta   e relata a história de construção de um instrumento psicológico, desenvolvido por Neves e Boruchovitch (2004) para avaliação da motivação, no contexto escolar, bem como oferece  instruções para a sua aplicação e apuração. Provê ao psicólogo um recurso de diagnóstico psicoeducacional valioso, válido e confiável para a identificação do perfil motivacional de estudantes do ensino fundamental, já que a escala permite caracterizar o tipo predominante de motivação do estudante em situações de aprendizagem formal.  O Manual é acompanhado de outra obra de autoria de Boruchovitch, Santos e Neves (2014)  que o aprofunda e o completa, apresentando estudos psicométricos e dados normativos da escala realizados em uma amostra de mais de mil estudantes. A segunda obra contém ainda  dois casos ilustrativos que auxiliam o leitor no entendimento do procedimento interpretativo como um todo, bem como sugestões para auxiliar a atuação de profissionais, não só na intervenção em razão do perfil motivacional identificado, mas também no desenvolvimento de propostas educativas de enfoque preventivo em direção à promoção da motivação ideal para aprender, no contexto escolar.

Para comprar o seu ou saber mais, acesse: http://www.casadopsicologo.net/emaef/